McLaren 675 LT

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Incrível e fenomenal a Mclaren 675LT é a versão mais leve, mais potente, mais rápida e mais intensa da 650S, uma incrível reengenharia a tornou ainda mais focada em desempenho nas pistas e tem sua fabricação limitada em 500 unidades. A 675LT foi uma resposta da McLaren para a Ferrari 458 Speciale, então a 675LT está para a 650S como a 458 Speciale está para a 458 Italia. LT ou Long Tail – Cauda Longa – faz alusão a McLaren F1 que competiu em Le Mans na década de 1990, que na época depois de muito desenvolvimento para ser competitiva nas provas de endurance, precisou ter mudanças na parte aerodinâmica traseira fazendo o carro ter uma longa cauda, e o número 675 é o número de cavalos que o motor V8 biturbo gera. A 675 tem uma melhor relação peso potência e é aerodinamicamente mais agressiva e eficiente do que o modelo do qual é derivado.

A Long Tail é 3,8 cm maior do que a 650 S, a boa parte é devido ao spoiler dianteiro mais proeminente, em relação a traseira ela é ligeiramente maior, acréscimo creditado ao uso de uma asa traseira 50 por cento maior do que na 650S, asa na qual durante freadas fortes tem a função de ser um freio aerodinâmico. A McLaren diz que o foco do carro, é performance, redução de peso e engajamento na sua condução.

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Os engenheiros deram atenção na utilização de componentes para reduzir o peso e gerar mais potência na 675LT, há uso intenso de fibra de carbono, em relação ao motor há compartilhamento de apenas 50 por cento do projeto com o motor da 650S, tornando essa nova unidade mais ágil e disposta a altas rotações.

Em relação a 650S a McLaren afirma que o carro é mais de um terço novo, da coluna B para trás ela é totalmente redesenhada, para conferir melhorias na aerodinâmica e refrigeração do motor, gerando 40 por cento mais downforce do que na 650S. A tampa transparente que cobre o motor é em plexiglass, as lanternas traseira em um filete de LED como na P1, dois grandes escapamentos em titânio, abundância de tomadas de ar e um pacote de apêndices aerodinâmicos em fibra de carbono. Graças ao uso ainda mais intenso de fibra de carbono inclusive na estrutura dos bancos, e a janela traseira de plastico, escapamento redimensionado, a 675LT economizou 100 quilos comparado a 650S.

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O motor é o mesmo V8 3.8 litros biturbo que equipa a 650S, mas com 25 cavalos e 2.2 kgfm de torque a mais. Com um motor mais potente empurrando um carro mais leve a 675 crava o 0-100 km/h em 2,9 segundos, 1 décimo de segundo mais rápida do que a 650S, e 330 km/h de velocidade máxima 5 km/h mais lenta do que a 650S devido ao aumento do arrasto com a adição de mais downforce. O câmbio utilizado é o mesmo de dupla embreagem e sete marchas da 650S, mas com uma reprogramação eletrônica que corta durante as trocas de marchas apenas a ignição e sem corte de injeção de combustível no motor, tornando assim as trocas de marchas mais rápidas. E a potência do trem de força é enviada para a chão através das rodas traseiras, rodas que também entraram no regime para aliviar o peso do conjunto os modelos são 3 quilos mais leves do que as rodas que equipam a P1.

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Internamente o carro revela ainda mais o seu foco em pista, não há sistema de ar condicionado e os bancos são forrados em um tecido que simula Suede parecem bonitos e são relativamente confortáveis, são os mesmos modelos de bancos que equipam o Hypercarro P1, garantindo uma ergonomia perfeita durante a condução. Sua suspensão adaptativa é a mesma utilizada na P1 conferindo uma grande rigidez na carroceria e quando regulada no modo mais confortável garante uma razoável qualidade de rodagem na rua. A direção elétrica é super direta, e as trocas de marchas são feitas em 40 milissegundos tornando a condução estonteante.

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Quando nos modos de condução estiver ativado a função Track Mode, o motor entrega um acréscimo de pressão das turbinas de forma crescente a cada troca de marcha, com esse truque a McLaren tenta inibir o turbo lag – momento em que as turbinas ainda não estão cheias – e apresentar uma aceleração mais linear com em um carro aspirado, sistema esse muito parecido com o que equipa a nova Ferrari 488 GTB. Podemos imaginar o quão insano é essa Mclaren pelos seus números de desempenho, 0-100 km/h em 2.9 segundos, 0-200 km/h em 7.9 segundos uma relação peso potência de 1,96 kg/cv, números que mostram que sem muito esforço ela pode ser insanamente rápida.

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